Variedades Regionais
Denomina-se variação diatópica o fato de as diferenças linguísticas entre os falantes serem atribuídas as suas origens geográficas distintas.
Pensando no que aprendemos com a leitura do fragmento do livro de Marcos Bagno e diante da poesia do Zé da Luz, percebam que todas as variedades têm seu valor e que entre os diferentes modos de fala pode não haver uma hierarquia preestabelecida. O status social de maior prestígio conferido a uma determinada pronúncia é sempre provisório e, em geral, não faz sentido para quem produz uma pronúncia diferenciada daquela à qual se atribui maior status social. Espera-se que vocês reconheçam de forma reflexiva e respeitosa, os diferentes modos de fala. O modo de fala de alguém representa uma das mais fortes marcas de identidade social daquela pessoa. Quando as crianças começam o seu processo de aquisição da linguagem, vão adquirindo os traços que caracterizam a fala de seu grupo social e de seu lugar de origem. É possível que elas variem ou mudem a pronúncia dos segmentos sonoros, mas é muito comum que mantenham os traços identitários originais que permitem que seja reconhecida como pertencendo a um grupo social e geográfico, e que outros sujeitos de fora do seu grupo também a reconheçam como tal.
Diante do exposto, gostaria de propor a seguinte questão: Quais traços linguísticos podem ser observados no texto?
No texto percebemos que o autor propôs nos mostrar que essa forma de falar é de uma pessoa simples, porém que pertence ao seu grupo (como a senhora diz no texto), e concordo quando a senhora diz “O modo de fala de alguém representa uma das mais fortes marcas de identidade social daquela pessoa” é como diz uma comparação feita no “A língua de Eulália” que cada um tem a sua letra, que é sua marca, porém não significa que a letra de tal pessoa está errada, assim como a forma de falar. Então como disse, noto que no texto os traços lingüísticos são de uma pessoa simples, diria que do campo.
ResponderExcluirGiulia Forte n° 12- 3° A