Os pesquisadores que estudam estas relações entre língua e sociedade, os sociolinguistas, também buscam entender como a linguagem é usada pelos falantes, de forma a convencionar/marcar significados sociais.
Além disso, uma perspectiva sociolinguística pressupõe que encaremos o fenômeno linguístico considerando dois princípios:
a) Todas as línguas mudam.
b) Todas as línguas variam.
Isso significa dizer que a língua de hoje está em processo de mudança e que a língua de ontem apresentou variação. Em outras palavras, a qualquer momento que quisermos partir para a observação do fenômeno linguístico, vamos encontrá-lo em variação e sofrendo mudanças (ambos processos mais ou menos perceptíveis)
Isso significa dizer que a língua de hoje está em processo de mudança e que a língua de ontem apresentou variação. Em outras palavras, a qualquer momento que quisermos partir para a observação do fenômeno linguístico, vamos encontrá-lo em variação e sofrendo mudanças (ambos processos mais ou menos perceptíveis)
Atividades:
1º- Faça o download do texto, clicando no link abaixo e leia-o:
2º- Em que medida o contato com esses novos conhecimentos modificou sua visão sobre a língua e seus usos?
Meus queridos,
ResponderExcluirAcabei de fazer alguns ajustes nas configurações, auxiliada pelo Pancheri. Por favor, vejam se agora conseguem enviar seus comentários.
Grata,
Profª. Maria do Carmo
Maria Thereza Lima 2ºB nº27
ResponderExcluirA obra tem como objetivo mostrar as variações da língua , na escrita e na pronuncia , fazendo criticas e mostrando o preconceitos linguísticos que pode ser considerado como diferenças linguísticas. Mostrando um lado da língua portuguesa que não são todos que conhecem , dando como exemplo a linguagem no cotidiano. A obra mostra que os estudiosos tentam quebrar o padrão que a linguagem portuguesa vive de regras.
Boa tarde, professora!
ResponderExcluirPrimeiramente gostaria de parabenizá-la pelo blog, está muito bonito!
Confesso que também achava o PNP (português não padrão) uma forma errada das pessoas se expressarem e fiquei surpresa em saber que não é uma forma errada, e sim uma maneira de cada povo se expressar, levando em conta, o local de nascimento, o aprendizado, a idade, a classe social, etc.
Infelizmente ainda existe muito preconceito e acho que isso só poderá mudar quando começarmos a enchergar as pessoas ao nosso redor com outros olhos.
Grata,
Victória M. Tofollo nª35 3ºB
A forma culta,ou seja,formalé somente uma das maneiras que o portugues é pronunciado e escrito mas,existem outras formas que são correta pois,o jeito da pronuncia do portugues varia conforme o local de nascimento,classe social,educação e lugar.Muitas pessoas sofrem preconceitos por seus sotaques e maneiras informais de se falar.Oque cabe a cada um fazer é respeitar aquele que possui uma outra cultura diferente da sua.As várias maneiras de se empregar o uso da língua portuguesa é o que a torna tão rica e diferenciada.
ResponderExcluirOlá Professora...
ResponderExcluirApós me interar do assunto do texto, percebe-se que ainda ocorre uma certa forma de discriminação, em relaçao a variação da lingua portuguesa que acontece através de determinadas regiões, através da sua classe social. Aonde obtemos como exemplo, que o jeito de falar do baiano é diferente do paulista, mas isso nao quer dizer que um fala é mais correta que a outra, cada um fala de acordo a sua regiao.
Apartir disto aprendemos que o Livro A Lingua de Eulalia nos trás referências e nos ensina um pouco mais sobre o idioma e suas variedades linguisticas.
PAULO EDUARDO B. LEMOS / N° 31 - 3°B.
O texto ensina sobre a linguagem padrão e a não padrão .
ResponderExcluirA linguagem coloquial, é uma linguagem utilizada no cotidiano em que não exige a observância total da gramática, de modo que haja mais fluidez na comunicação .
Irene começa a explicar que o jeito de Eulália falar não é errado, é diferente, uma forma não padrão. E isso nos ajuda a não ter preconceitos das pesoas que falam diferente de nós.
Bianca n° 06 1°A
O livro A Língua de Eulália nos faz refletir sobre as questões relacionadas a língua portuguesa, e que não devemos confundir a escrita com a língua, pois são dois meios de comunicação diferentes.
ResponderExcluirPodemos então Concluir que o livro nos ensina a evitar o preconceito linguístico e que falar de uma forma não padrão e diferente mas não e errado.
Daniel A. Dantas da Silva Nº12 1ºA
O livro tem como objetivo mostrar às pessoas de que no Brasil não existe uma unidade linguística, dizendo que o modo de falar das pessoas não é errado mas sim diferente, o português não-padrão, que vem através da cultura do falante.
ResponderExcluirEle nos faz refletir sobre o modo de falar das pessoas e mudando a nossa maneira de pensar e de agir.
Adinam Coscarelli n°01 3°B
Primeiramente gostaria de falar que eu gostei muito do texto, ele abriu meus olhos e tirou toda aquela ideia de português errado que eu tinha. O livro mostra as variações do português (o padrão e o não padrão), o livro faz comparações entre ambos e diz que na variante não padrão há outras variações. Como por exemplo o lugar, a classe social e os círculos sociais. O português não padrão é o jeito que se fala, o português informal. Mas no livro estão sempre enfatizando que o português padrão é muito mais utilizado pelas pessoas de baixa renda e analfabetas, porém, o português utilizado pelos adolescentes, por exemplo, cheio de gírias e jeitos diferentes de pronunciar as palavras também é um PNP, porém não é utilizado apenas pelos adolescentes de baixa renda.
ResponderExcluirO livro também enfatiza a importância do português padrão, que é ensinado nas escolas.
"A existência de uma variedade padrão é desejável e necessária para que exista um meio de expressão comum a todas as pessoas cultas de um país."
O livro tira um pouco da ideia do português errado ou vulgar, mas também mostra a importância do português padrão.
- Isadora Iwahashi
3ºB - nº 19
O livro "A língua de Eulália" nos mostra diferentes formas de vermos a lingua portuguesa, seja ela de forma padrão e não- padrão, e que cada região tem sua maneira de se expressar.Hoje em dia existem ainda muitos preconceitos em relação ao modo que as pessoas que não são da mesma região falam ou que não são do mesmo nível social.
ResponderExcluirJanielle da S. Santos N°20 3°B
Muito Bom o livro A língua de Eulália..Ele procura mostrar que o uso de uma linguagem 'diferente', nem sempre pode ser considerado um "erro de português" pois a linguagem varia do ambiente em que você se encontra ,mas o modo diferente das pessoas falarem como os adolescentes e as pessoas pobres que falam em girias ou usam muito o Pleonasmo entre eles, nao é considerado erro e sim um modo comum entre eles de se comunicar .
ResponderExcluirN°28 3°A
Boa noite professora
ResponderExcluirEm relação ao livro, ele é realmente interessante, pois, propõe uma diferente idéia de se ver o mundo, dizendo que as atitudes como usar um boné para trás podem não ser erradas, porque estão apenas sendo vistas de um ponto diferente, um português errado na verdade é uma variação da língua original, julgar uma pessoa por isto é apenas um preconceito bobo, porem, em uma empresa ou em um texto, usar um PNP (português não padrão) pode diminuir sua chance de contratação, em um ambiente empresarial não usar um PP (português padrão) pode ser fatal para sua reputação em seu serviço
Em relação ao blog, meus parabéns! Esta melhor que muitos blogs que eu já vi e esta bem organizada
EBG Nº 16 2ºA
First
Com a leitura de ''A lingua de Eulália'' pude concluir que há diferentes modos de falar em um lugar , e não existe o jeito certo e errado e sim o português padrão e o não-padrão.No Brasil há muitas variedades de língua , que são caracterizadas por variedades de gênero, socio-economicas, etárias, urbana, rural,etc.
ResponderExcluirNão existe nenhuma lingua que seja uma só. Toda lingua muda com o tempo, podemos notar isso ao ler um texto de outro século, pois temos dificuldade de entender,mesmo que seja em português, e daqui a quatrocentos ou mais anos as pessoas também não entenderão a nossa maneira de falar de hoje.
Juliana rocha Ribeiro nº23 2ºA
Boa tarde, professora!
ResponderExcluirBom antes de qualquer coisa, quero lhe dizer que gostei muito, pois confesso que não sou muito de ler esses tipos de obras. Mas o que me fez gostar,foi a forma que o autor utilizou para fazer a sua abordagem teórica e de como ele defende sua tese como: o português não padrão, aonde conseguiu fazer com que sua obra ficasse mais interessante para se ler.
Diria que sobre o assunto, minha visão ficou mais nítida me fez pensar um pouco como: ver que as variedades do PNP, não devem ser encaradas como erradas, que são apenas diferentes do PP. Já o PP ele é preso a escrita, tende ser mais engessado e lento a mudanças. Pois se repararmos, existi uma poe rinha de preconceito nas pessoas que usam o português não padrão, que nem quando um falante diz “as bicicreta”, ele acaba sofrendo a maior marca social, pois pelo que vi o autor mostra que a maioria das escolas brasileiras, leva em conta mas o PP, isso quando muitos esperam que o aluno apreenda através de decoreba de lista de verbo, análises sintáticas onde acabamos tendo um idioma absurdo. Observo as vezes que muitos alunos que falam em PNP acabam sendo um pouco excluídos, sendo consideradas pessoas incompetentes, onde também acabamos exigindo professores bons que ensinem, mesmo nós usando o PNP...acabamos não dando conta que de tanto estarmos abitolados a querer professores assim, que quando temos não vemos...não damos valor algum se quer, onde criticamos, julgamos,sem se quer se importar com isso e ver o potencial dele.Pois atitudes assim é como se jogássemos um diamante ao vento.
Ana Paula Pellegrini de Lima n°04 serie: 3°A
Olá professora
ResponderExcluirO livro é muito bom e interessante. Com a leitura do texto foi possível concluir que, toda língua muda e varia, o seja, muda com o tempo e varia com o espaço. Com isso podemos compreender que não existe apenas uma língua só, e sim uma variedade de língua portuguesa, falada num determinado lugar, numa determinada época, ou por um determinado espaço. Há algumas diferenças de linguagem : padrão e não padrão.
O não-padrão (PNP) é compartilhado com a família e com as pessoas da mesma classe social, pois é funcional porque trata de eliminar todas as regras desnecessária. Já o padrão (PP) é adquirido na escola, pois é, aprendido , memorizado e exigido um treinamento lingüístico especial da parte do falante.
Jéssica B. Mizarelo n° 22 2° A
Boa tarde professora! Achei bem interessante o modo como o livro aborda as variedades linguísticas que existem e são muitas vezes abordadas como 'errôneas'. O livro nos dá uma verdadeira aula sobre Língua Portuguesa e também sobre não julgarmos antes conhecermos, como no caso, a língua de Eulália. Caroline Ottaviani - n° 31 - 3°A
ResponderExcluirLeonardo da Matta 3ºB
ResponderExcluirBem professora achei a historia muito interessante, realmente se pensarmos um pouco veremos que nos Brasil existem muitos tipos de linguagens no Brasil.
O texto mostra isso talvez da melhor forma possível que é colocando uma personagem que a principio era analfabeta, com isso podemos ver que existem muitas variedades linguísticas, mesmo não usando a norma padrão podemos nos comunicar com outras pessoas.
Podemos concluir que não existe apenas uma forma correta de se falar português, podemos falar de diversas formas sem mesmo perceber que estamos falando, mesmo não sendo “certo” a melhor forma de se fazer uma pessoa entender oque você estamos falando, é usando a norma culta.
Por fim queria parabeniza-la pelo seu blog e dizer que “A Língua de Eulália “ é uma grande aula de português que nos faz refletir oque é a língua portuguesa, como se falar a língua portuguesa .
Boa noite, professora!
ResponderExcluirConfesso que não sou fã de ler livros, mas ele conseguiu tornar agradável a leitura, pois diminuiu o uso de palavras difíceis de entender, e o enredo em forma de romance. Achei interessante a maneira que o autor utilizou para defender suas teorias sobre o PNP, e não ficar prendendo a obra em sua própria teoria.
Particularmente, entendi que autor diz que o PP seria praticamente só usado na escrita, já o PNP é mais usado oralmente.
Felipe Mascari - Nº09 - 3ºA
Após a leitura do texto, minha visão se ampliou consideravelmente sobre como as línguas podem ser transformadas e variadas de acordo com a época, ano, nível social e até "tribo" específica.
ResponderExcluirAlgo que sempre fiz foi achar que o PNP era o modo errado de falar Português, tanto que ao ouvir alguém falar palavras que não eram comuns para mim, tinha vontade de rir, e até corrigir o mesmo. Mas, o que agora vejo que é um conceito errado, sendo que o PP é importante sim, pois é uma forma de padronizar a língua, em busca de um compreendimento maior sobre textos, obras, poesias e etc... Porém, quando tomada como a única correta, acaba trazendo um certo preconceito, levando até a exclusão de pessoas que usam mais frequentemente o PNP ...
Mas afinal, quem é que nunca usou um "Dahora" "To ligado" e até um "É Nois (Nós)" no seu dia-a-dia??
Rafael Pancheri - N° 28 - 2°A
Professora,
ResponderExcluirO texto foi muito bom para tirar aquele preconceito que ainda existia em muitas pessoas por acharem que só um tipo de português é correto. Mas vimos no decorrer do livro que o português pode variar de acordo com a região que a pessoa mora, a idade, entre outros, e por isso não podemos julgar dizendo que só o português falado em São Paulo é o correto, por exemplo, ou o da região sul do país. E também sabemos que a linguagem que usamos varia com a situação que nos encontramos.
Achei o livro ótimo, e acho que muitas pessoas deveriam se inteirar sobre o assunto, assim, esse preconceito e discriminação diminuiria em grande número.
Larissa W. Costa - nº 23 3ºB
Boa noite Professora
ResponderExcluirCom a leitura do texto "A língua de Eulália" se nota que a língua Portuguêsa sofre mudanças constantemente, todos nós Brasileiros falamos um idioma mais varias línguas (o português carioca, o português paulistano etc.)
Podemos ver também que existe O Português Padrão (PP) e o Não-Padrão(PNP),no meu ponto de vista no dia-a-dia nós estamos habituados a usar o não-padrão (PNP) mas quando estamos na escola ou em alguma situação que nos exija usar o Português correto (sem gírias ou vícios de línguagem)usamos o Português Padrão (PP).
Carolina Bonvicini de Godoi n°9 2°A
Olá Professora.
ResponderExcluirDepois da leitura de "A Lingua de Eulália" acredito que, não só como ocorreu em mim; mais sim também em todos os outros que leram este livro, pude perceber que, houve uma grande mudança em relação ao nosso modo de pensar sobre o português não padrão (PNP).
Realmente podemos disser que o PNP não é valorizado ou considerado como um português simplesmente diferente, e sim como o modo errado de pronunciar e escrever, pois colocam como base de que o português padrão (PP) como o oficial da nossa Lingua (o português "correto"), sendo que, todas as Linguas são sujeitos a sofrerem mudanças na escrita e na pronuncia, assim como nos diz o livro.
Com base na leitura do livro, obtive outras ideias, abriu mais ainda o meu interesse sobre essa maravilhosa lingua. Um otimo livro Professora, me forneceu muito conhecimento.
Jeniffer Amaral nº21 2ºA
O texto "A Língua de Eulália" me mostrou uma visão bem clara sobre os padrões aceitos e não aceitos da língua portuguesa. Podemos observar que a maioria das pessoas que não possuem uma gramática padrão sofrem preconceito com os erros de português cometidos. Temos que entender, que certas palavras que são consideradas erradas por alguns gramáticos, podem ter sua origem em outras línguas, como exemplo, na região Nordeste do Brasil. Hoje em dia, o povo brasileiro não dá valor a nossa cultura, só valorizando as culturas que vem dos países de primeiro mundo. Na leitura desse livro, pude observar que cada lugar, cada origem possue o seu modo de falar. O que para uns pode ser errado, para outros pode ser normal. O Brasil é um país muito rico em cultura, por isso, o respeito entre as línguas, o falar de cada estado, de cada tribo, deve-se levar em consideração para não atingir ao algo de preconceito.
ResponderExcluirAndressa De Cicco Porto - nº04 2ºA
Após a leitura, vemos que a linguagem não padrão não é errada, até porque é a mais usada oralmente.Muitas vezes as pessoas têm preconceito, por achar que quem não fala 'corretamente' não é tão capaz quanto quem fala,vemos isso se aplicar no nosso dia a dia,com a leitura vemos que isso é apenas mais uma barreira que a sociedade tem que derrubar.
ResponderExcluirBeatriz Leal, nº05 2ºB
Boa Noite Professora!
ResponderExcluirO livro "A Língua de Eulália" é um bom exemplo de nos mostrar como no Brasil há uma grande variedade linguística. No livro fica claro quê não é apenas regras mas sim um conjunto de códigos quê vem se modificando ao passar do tempo. A obra de Marcos Bagno nos mostra que, tratando-se da lingua portuguesa falada no Brasil: o preconceito, a ignorância e a má formação de alguns professores. A língua portuguesa pode variar de acordo com: onde a pessoa vive, idade e até mesmo o estudo da pessoa. Achei um livro interessante, porém toda lingua muda com o passar dos anos, as pessoas devem parar para pensar quê cada um tem o seu jeito de falar.
Brunno C. Tonelli - Nº10 - 3ºB
Boa Noite Professora.
ResponderExcluirA leitura é super interessante e pode-se concluir que:
Tudo o que está neste livro surpreende a muita gente que só via na língua portuguesa uma forma de falar, ou seja, a forma português padrão, a forma acadêmica. Vemos que todos os erros de português nele mostrado sempre foram vistos com preconceito.O que fica claro no livro é que não existe um jeito certo ou errado de falar, mas sim heranças lingüísticas vindas de outros países e certas línguas, já consideradas mortas, como o Latim.
Há diferenças entre a linguagem padrão(PP) e não padrão(PNP): Padrão (PP) é a que exige um treinamento lingüístico especial que adquirimos na escola.Não padrão (PNP) é a linguagem informal que permite o uso de gírias,tais como “Nois” “Mano” etc.E é a mais usada no dia-a-dia principalmente com os colegas.
Diego Augusto Santos Duarte N°13 3°B
Olá !
ResponderExcluirApós a leitura e análise da obra de Marcos Bagno, pude concluir que a língua portuguesa não é e nunca foi única,pois ela sofreu várias modificações com o passar dos séculos e anos.Mudanças como na pronúncia e escrita,e pode-se citar também que há variedades linguísticas que variam a partir de uma localidade geografica,classe social,grau de alfabetização,tempo,dentre outras características que podem causar uma certa impressão de que determinada pessoa ‘’não é totalmente alfabetizada’’,mas relendo o livro, aprendi que nem sempre o PNP (Português Não Padrão) é a forma errada ou a forma de assassinar a Língua Portuguesa ,mas sim uma forma que a alguém se expressa conforme foi lhe ensinado desde sua infância ou mesmo com que esta dirigindo um diálogo.O correto talvez seria se todos nós usássemos diariamente a Linguagem Padrão (ou PP) e nos tornarmos mais cultos e,ou até mesmo nos acostumarmos com o nosso vocabulário.Porém não podemos exigir ,porque no Brasil há uma grande miscigenação de povos através das grandes imigração vinda nos séculos passados,trazendo consigo alto grau de diversidade e de variabilidade.
E por fim,quero parabenizá-la pela disposição e pela criatividade em criar esse blog e nos mostrar que ainda é possível uma interação entre aluno-professor mesmo fora da escola.
Amanda Bernardo Furlan - n°02 - 3° A
Olá Professora .
ResponderExcluirO Texto realmente mostra , os tipos de linguagem portuguesa e seus "preconceitos" , pois há vários conceitos que são abordados ou seja, as variedades lingüísticas existem e precisam ser respeitadas, e seu uso não deve ser considerado errado,pois são maneiras diferentes de se falar a mesma língua .
O livro demonstra principalmente a linguagem padrão e não padrão da língua portuguesa.
Há pessoas que abandonam os estudos por força maior , como trabalho e condições financeiras não favorecidas , e não tem o conhecimento da linguagem padrão e são discriminadas lingüisticamente.E pessoas não favorecidas no estudo , tem até vergonha de falar oralmente pois acreditam que falam errado e na maioria das vezes é apenas a linguagem não padrão.
A linguagem não-padrão não dever ser desconsiderada. Por que ela consegue diminuir as regras gramaticais as tornando mais simples , oque não chega a ser errado.
Bruna Lopes n°8 2°A
Boa noite professora,
ResponderExcluirprimeiramente gostaria de dizer que o livro me chamou muita atenção, pois traz um assunto que é normal nos dias de hoje, como o preconceito entre pessoas que por ter um modo diferente de falar são discriminadas. O livro mostra que no nosso Brasil não existe só um meio de falar, e sim muitos, e que cada geração que passa esse meio pode mudar e que cada um tem um jeito de falar, pode ser do mais novo ao mais velho. O nosso português é uma lingua muito rica e muito bonita como Irene diz no livro. O livro me ajudou a ver que em cada situação podemos usar nossa lingua, mas com jeitos diferentes, como "mano" com amigos ou "senhor" com um rapaz mais velho e respeitado.
Bruna Caroline Silva - nº32 - 3ºA
Boa noite Professora,
ResponderExcluirO livro A língua de Eulália procura nos mostrar que o uso da linguagem é diferente da escrita. A forma da linguagem falada, nem sempre pode ser considerada um erro de português, pois há variações do português em várias regiões do país; nessas regiões o português é falado com sotaques e características muito próprias. Como por exemplo: em um texto estar escrito "semáforo" em um diálogo, uma pessoa do sul falaria "sinaleira".
Eduardo R. A. de Aguiar-n°15-1°A
Falar deste texto é muito legal, pois ele nos ensina que a língua portuguesa não é apenas uma* língua e sim milhares. Ensina que cada sotaque diferente é uma língua diferente, que cada um tem sua língua, afinal, todos têm seu jeito de falar, assim como todos tem seu jeito de escrever. Mas não significa que, só porque tal pessoa fala de um jeito diferente que outra, está errada, pelo contrário, apenas uma nova forma de falar.
ResponderExcluirEste Texto nos ensina que não podemos julgar as pessoas, por alguma palavra pronunciada diferente, e sim devemos enxergar que essa pessoa é só mais uma que está, até mesmo, variando a língua, assim como tudo varia a língua varia também.
Podemos, então, concluir que a língua portuguesa é um conjunto de várias outras línguas, onde incluem diferenças na fala e na escrita. E essas outras línguas não são consideradas erradas, e sim uma nova forma.
Giulia Forte n° 12 3°A
Bom como todos estão dizendo professora a língua não padrão não está errada dependendo do modo como ela é empregada. Um bom exemplo disso é que muitas pessoas se enganam ao escrever a palavra “mussarela”.Andei vendo reportagens inclusive esse http://www.perguntascretinas.com.br/2007/11/25/nossa-lingua-portuguesa-mussarela-ou-mucarela/ explica o seguinte:
ResponderExcluir“A palavra ficou com duas grafias porque os gramáticos disseram uma coisa, e o povo fez outra. Veja: casserole (francês) deu “caçarola” em português. Som de dois esses de palavra estrangeira, quando aportuguesada, passa para a letra “ç”. Como no italiano “mozzarella” tem duas letras “z”, muita gente se engana e acaba escrevendo automaticamente com dois “s”. E assim consagrou-se “mussarela”. E essa está prevalecendo.
Segundo o Houaiss:
muçarela: substantivo masculino; m.q. mozarela
mozarela: substantivo feminino; Rubrica: culinária. Queijo napolitano de leite de búfala ou de vaca, ger. de forma arredondada.
mussarela: inexistente”
Então está claro que essa palavra assim como muitas outras é adaptado por nós mesmos,e conforme vemos outras pessoas falando certa palavra de uma forma empregamos as palavras em nosso vocabulário sem saber se é correto.Isso de certa forma não está errado porque vem da cultura,da região onde a pessoa mora.As normas linguísticas nem sempre devem ser empregadas corretamente tudo tem sua hora certa,ou momento.
Natália Lima de Melo - Nº30 2ºB
Olá Professora,
ResponderExcluirA obra de Marcos Bagno, A Língua de Eulália, procura mostrar de uma forma bem interessante, que o uso de uma linguagem 'diferente', nem sempre pode ser considerado um "erro de português". O autor consegue tornar agradável a leitura de sua obra, pois não fica presa exclusivamente à sua teoria, criando personagens que discutem entre si questões teóricas da língua portuguesa. Ele busca comparar o Português padrão com o não-padrão para provar que há mais semelhanças que diferenças entre eles.
Explica que não existe uma só língua no Brasil, o português tem muitas variações, em diferentes regiões ele é falado com sotaques e características próprias, e é por isso que surge o preconceito com as pessoas que não falam o português padrão. O livro também discute que os falantes da norma não-padrão têm dificuldade de aprender a norma padrão, primeiramente porque o primeiro é transmitido naturalmente, já o segundo requer um aprendizado.
Por fim, a Língua de Eulália, nos ajuda a entender mais a nossa língua portuguesa.
Bruna Brateke Nº08 3ºB
Boa noite professora,
ResponderExcluirAchei muito interessante a leitura deste livro "A língua de Eulália",pelo fato de nos mostrar que não existe esse "preconceito" linguístico,o modo de que cada pessoa fala, o livro mostra que a língua Portuguesa passou por várias fases e que cada uma delas justifica o uso de variedades linguísticas e que vários conceitos são abordados. Em várias vezes o livro busca sempre comparar o Português padrão com o não-padrão para provar que há mais semelhanças que diferenças entre eles.
Karina Veronese de Proença nº19 1ªA
Olá professora !
ResponderExcluirO texto "A Lígua de Eulália", mostra como objetivo apresentar as variações da lingua portuguesa de acordo com o tempo, tanto na pronuncia quanto na escrita;
podemos perceber que não são todos os leitores que conhecem a língua portuguesa.
O texto também mostra que o PP é mais usado na escrita formal e o PNP é mais usado no nosso cotidiano .
Há preconceito em pessoas que falam de forma não padrão, porém isso deve ser respeitado pois é uma forma das pessoas de expressarem melhor e é uma cultura diferente da sua. Tanto é que pessoas com poucos recursos na língua portuguesa ou escolares não se expressam oralmente por vergonha de falar errado, sem saber que é uma língua não padrão.
Nós já estamos acostumados a usar no nosso dia-a-dia o PNP , pois nos ajuda a tornar mais simples uma conversa já o PP usamos mais em situações que nos exija um português mair formal para ajudar em nosso futuro.
Regina de Cassia nº31 2ºA
A língua de Eulália é um texto que retrata muito sobre o padrão da língua portuguesa. Hoje percebemos que a língua já se modificou bastante e a cada ano e época que passa ela se modifica mais e mais. Cada pessoa tem seu modo de se expressar e falar e isso vão de acordo com suas “tribos”. Ele mostra que existe muito preconceito em relação ao modo de certas pessoas se expressarem com a língua não padrão e o preconceito lingüístico, em alguns casos, é resultante da manipulação ideológica, pelo modo em que viveu, da forma que foi criado, tudo isso resulta em nossa educação e em como aprendemos expressar palavras. Ou seja, não existe um modo errado de se falar, existe diferenças de linguagens, tudo isso é uma variação lingüística que tem no português.
ResponderExcluirBianca Neves Nakhle, n°06 – 2°A
Boa noite, professora!
ResponderExcluirApesar de eu não gostar muito desse tipo de livro, achei bem interessante, pois nos mostra que todos os erros de português sempre foram visto com preconceito, principalmente por alguns gramáticos. Cada cultura tem seu jeito próprio de falar, modos herdados de antepassados, ou mesmo dificuldade na língua ao pronunciar certas palavras. No brasil quem não fala o português acadêmico é considerado sem cultura.
O que fica claro nesse livro é que não existe um jeito certo ou errado de falar, mas sim heranças linguísticas vindas de outros países
Parabens pelo Blog professora.
Diego Mendes nº13 2º A
Boa tarde !
ResponderExcluirBom quando comecei a ler imaginei,nossa mais um livro chato que vou ter que ler durante horas e horas, mais me enganei profundamente, li com tanta ansiedade de aprender o porque que a Eulália falava 'certo' que nem eu mesma acreditei.
É impressionante como esse livro nos faz entender como a língua portuguesa,está em tudo que fazemos, que tudo tem uma explicação , que derrepente oque é errado para nós não é para outros.
Hoje pude entender que não existe apenas uma única língua no Brasil, oque tem como consequência o preconceito, a exclusão a aqueles que muitas vezes não tem condições de estudar em uma escola com bom aprendizado, e que para eles seja normal o jeito de falar pois apenas se espelhou nas pessoas que convivem e que falam dessa maneira.E o pior é que esse tipo de preconceito é feito pelo próprio professor que passa a não motivar-se a dar aula para um aluno 'sem futuro' e o próprio aluno se sentirá como tal.
O importante é saber que a língua muda ao passar do tempo, que oque hoje é o português padrão daqui a algum tempo poderá ser o Português não Padrão.
Muito obrigada professora, eu realmente espero que mais pessoas possam ler esse livro e passar a ver as coisas de uma maneira que todos deviam ver.
Isis Silva - N° 20 - 2°A
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ResponderExcluirBoa Noite Professora!
ResponderExcluirApós ler o texto "A língua de Eulália". Percebi que ainda ocorre uma discriminação muito grande por línguagem informal. Mais também mostra que não existe línguagem formal ou informal e sim lugar adequado e classe social.O texto tira um pouco da discriminação do português informal, mais sempre lembrando como é importante o português formal. Me fez
refletir que não escrevemos ou falamos errado em certos lugares, mais temos que levar em conta que o uso diário do português informal atrabalha muito nosso português formal que é muito importante para o nosso futuro.
Está muito bonito o blog professora e tomara que de certo o mesmo para podemos dizer o que achamos e pensamos das postagens.Uma ótima Noite Obrigada.
Lais Castaldelli Garbo Nº 15 3º A
A leitura do livro A Língua de Eulália é um bom exemplo para nos mostrar como no Brasil existe uma grande variedade linguística.O livro demonstra principalmente a linguagem padrão e não padrão da língua portuguesa, tratando-se da lingua portuguesa falada no Brasil: o preconceito, a ignorância e a má formação de alguns professores. A língua portuguesa pode variar de acordo com onde a pessoa vive, idade e até mesmo o estudo da pessoa.
ResponderExcluirAchei o livro interessante ele nos ajuda a entender mais sobre a nossa lingua portuguesa e nos faz pensar que cada um tem seu proprio jeito de falar.
André Ferreira da Silva - Nº04 - 3ºB
Boa noite Professora,
ResponderExcluirA leitura da ''A língua de Eulália'', é interessante, pois durante leitura, mostra que todas as línguas possuem variedades, assim como o português possui suas diversas variedades na pronuncia e na escrita. O texto também faz críticas ao que podemos chamar de preconceito linguístico, ou seja, ter preconceito com as diferentes variações do português, como por exemplo o jeito do carioca falar, em que algumas pessoas consideram estranho ou diferente, mas vale ressaltar que o sotaque é decorrente de processos históricos. A ''Língua de Eulália'' é útil para entendermos a nossa língua. Existem também o PP e o PNP, o PP seria a linguagem formal e o PNP adere ao uso de gírias que usamos no nosso cotidiano.
Jorge B. Pereira Nº 21 3ºB
Olá Profº, Bom Livro.
ResponderExcluirDe inicio o livro mostra a 'variação' da lingua em cada lugar no caso Sp e o interior.
E como Irene explica que "surpreendentemente" a varias maneiras de se falar o português.
Fica claro que não existe um jeito certo ou errado de falar, mas sim heranças linguísticas vindas de outros países.
Ou até mesmo Socioeconomicas como por exemplo Eulália que fala diferente das meninas.
Hoje há escritores e estudiosos que querem acabar com esse "preconceito".
Maikon nº25 2ºB
O texto "A Língua de Eulália" mostra as variações da língua portuguesa.
ResponderExcluirA PP é mais usada na escrita, por ser mais formal. Enquanto a PNP é mais usada na fala, no nosso cotidiano.
Há preconceito pelo erro de fala, mas as pessoas tem que entender que a língua portuguesa é muito dificil, pelo motivo de a cada ano mudar algo em algumas palavras e também pelo fato de algumas pessoas não terem estudo, mas devem ser respeitados, porque a maioria das pessoas (com ou sem estudo) falam mais na forma não padrão, por ser mais fácil de se comunicar.
Alex Santos de Morais - N°1 - 2°A
A Língua de Eulália, procura mostrar que o uso de uma linguagem 'diferente', nem sempre pode ser considerado um "erro de português". O modo estranho das pessoas falarem pode ser explicado por algumas ciências como a lingüistica, a história, a sociologia e até mesmo a psicologia.Não podemos ter "preconceito" em relação à linguagem não-padrão, pois hoje em dia não tem mais isso de falar corretamente.O livro "A Língua de Eulália" mostra que na comparação entre o português-padrão e o português-não-padrão o maior preconceito apontado não são exatamente as diferenças lingüisticas que prevalecem, mas sim, as diferenças sociais, mostrando que esses preconceitos são comuns, como por exemplo o étnico: o índio "preguiçoso", o negro "malandro", o japonês "trabalhador", o judeu "mesquinho", o português "burro"; o sexual: a valorização do "macho"; o cultural: o desprezo pelas práticas medicinais "caseiras", além dos socio-econômicos: como a valorização do rico e o desprezo pelo pobre; entre outros.
ResponderExcluirA Língua de Eulália, procura mostrar que o uso de uma linguagem 'diferente', nem sempre pode ser considerado um "erro de português". O modo estranho das pessoas falarem pode ser explicado por algumas ciências como a lingüistica, a história, a sociologia e até mesmo a psicologia.Não podemos ter "preconceito" em relação à linguagem não-padrão, pois hoje em dia não tem mais isso de falar corretamente.O livro "A Língua de Eulália" mostra que na comparação entre o português-padrão e o português-não-padrão o maior preconceito apontado não são exatamente as diferenças lingüisticas que prevalecem, mas sim, as diferenças sociais, mostrando que esses preconceitos são comuns, como por exemplo o étnico: o índio "preguiçoso", o negro "malandro", o japonês "trabalhador", o judeu "mesquinho", o português "burro"; o sexual: a valorização do "macho"; o cultural: o desprezo pelas práticas medicinais "caseiras", além dos socio-econômicos: como a valorização do rico e o desprezo pelo pobre; entre outros.
ResponderExcluirDaniela Arthuzo n°11 2°A
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA obra apresenta um lado da lingua que poucos sabem, que são as variações linguisticas, mostrando uma critica dizendo que não há modo errado de escrever o português, más sim várias formas de escreve-lo. É muito interessante pois as vezes achamos que escrevemos errado, mas na verdade apenas usamos só mais uma das variedades da lingua.
ResponderExcluirO texto fala sobre as variedades da língua, mostrando que o português falado no Brasil não é uma "unidade linguística", tendo variações entre a escrita e a pronúncia e em maior parte do texto falando sobre o português padrão (PP) e a importancia dele ser ensinado na escola e o português não padrão (PNP), que pode mostrar variações de acordo com a região, classe social e a formação da pessoa. Tirando aquela ideia, de certa forma preconceituosa que o português não formal é errado e sim uma variedade mais usada no cotidiano.
ResponderExcluirGiovanna Bettini nº11 3ºA
Professora !
ResponderExcluirAo ler o livro A Lingua de Eulália,concluimos que existe uma conflito de linguagens em nossa própria lingua,este tipo de conflito de linguagem ocorre em todo o mundo,pois cada região tem seu modo de se expressar ,ou seja,sua forma diferenciada de se falar.
Como exemplo do próprio livro ,podemos observar que Vera,Sílvia e Emília professoras de colégio publico, ao chegarem na casa de Irene(uma linguista) e tia de Vera, criticam o Português falado por Eulália ,empregada da casa. Irene por ser experiente no assunto explica que a forma de Eulália falar não está errada,apenas é uma forma diferente de se falar no qual Eulália esta habituada e que isso vem através da cultura e costumes de cada pessoa no qual habita uma determinada região.
Com tudo,aprendemos com o livro as diferentes maneiras que o português é falado em diferentes regiões,não esquecendo de citar o português não padrão,aquele que usamos na escola,e o não-padrão o que estamos acostumados a usar em nosso dia-a-dia como uma forma de simplificar a fala,já o padrão muitas das vezes só é usada em determinadas situações no qual temos que ter uma linguagem mais formal como por exemplo em uma entrevista de emprego .
Nome:Victor Burgos Peres, N°38, 2°A
O contato com esses conhecimentos, sobre a obra A Língua de Eulália, certamente mudou o meu modo de ver as outras pessoas, no sentido de que nem sempre elas são errantes, mas sim diferentes. A verdade é que se criou um preconceito quase que exclusivamente com pessoas de baixa classe social, por elas trocarem algumas letras, como é exposto na obra - "pranta" quando se refere a "planta" - e isso acaba virando motivo de risadas, gozação, que reflete na vida dessa pessoa de maneira muito ruim, fazendo-a construir uma barreira, e talvez até causando um medo de tentar se socializar com pessoas de culturas diferentes que a dela, no caso.
ResponderExcluirAcredito que, ou pelo menos espero, que isso sirva de exemplo pra que se possa ter até um convívio melhor entre a sociedade, não menosprezando aqueles que apenas falam de um jeito diferente, e não errado. Até porque como foi dito, a língua muda constantemente, e isso é uma prova de que o que pode ser certo hoje, amanhã não será mais. Essa obra é uma forma de combate ao preconceito contra pessoas menos favorecidas, que são sempre apontadas como motivo de chacota.
Aline Veronese de Proença nº01 - 3ºA
Professora.
ResponderExcluirAntes de ler o texto "A língua de Eulália" eu compreendi que o PNP não é uma forma errada de se falar o português padrão(PP) mas sim,um jeito diferente de se falar.
Não só no Brasil mas também pelo mundo todo,as pessoas tendem a corrigir quem fala certas palavras de forma errada sem saber que isso poder ser apenas um modo diferente de se pronunciar tais palavras.
Espero que isso sirva de exemplo para a sociedade de modo que o PNP não seja ridicularizado, mas aceito como uma forma de se falar,assim como o português padrão.
Iago Meira do Nascimento Silva nº 19 2ºA
Após ler a obra de Marcos Bagno,vi que como ele diz que "falar diferente não é falar errado".
ResponderExcluirA escrita não reflete na fala individual de ninguém e de nenhum grupo social,por essa razão,a fala e a escrita exigem conhecimentos diferentes.
Thayna Schade nº 36 2ºA
Ela explica que o que existe na verdade, são variações do português em diferentes regiões do país, o português é falado com sotaques e características muito próprias, mas a norma padrão, com uma ortografia oficial é uma só, para ser seguida em todo o país.
ResponderExcluirJosé Antonio nº14 3ºA
Agente que só via na língua portuguesa uma forma de falar, ou seja, a forma português padrão, vemos que todos os erros de português nele mostrado sempre foram vistos com preconceito, pois existem varias maneiras de se falar, e não estar errado.
ResponderExcluirNatalia Freitas nº21 3ºA
Agente (do FBI?)
ResponderExcluirA partir de Eulália as meninas aprendem muitas coisas, que são explicadas no livro , como por exemplo o preconceito linguístico e elas entendem que o preconceito linguístico não tem fundamento , porque a história da língua portuguesa tem várias fases que justifica as variações linguísticas.
ResponderExcluirAs variedades linguísticas precisam ser respeitadas e o seu uso não é considerado errado, porque são apenas maneiras diferentes de falar o português.
Este livro busca comparar o português não-padrão e o português padrão e então consegue provar que existem mais semelhanças do que diferenças entre o português padrão e não-padrão.
Bárbara C. n°05 1°A
Professora Maria do Carmo segue abaixo minha reflexão sobre o livro:
ResponderExcluirJá no início da obra, vemos como as amigas de São Paulo têm certo conhecimento e embasamento da língua culta. Já que uma “corrige” a outra. Outro ponto importante é como as mesmas, comentam para Irene a forma que Eulália se comunica, falando “errado”. Isso ocorre pelo grande número de famílias brasileiras, que não tiveram a oportunidade de estudar e pela classe social dos mesmos. Fazendo com que seus filhos também não tenham conhecimento por acharem que é “desnecessário” o conhecimento da língua culta. Isso pode ocorrer de uma geração para a outra e assim sucessivamente.
Mas, a forma “não padrão” deve-se muito ao convívio social, família, amigos e se o mesmo tem a oportunidade de conhecer a forma padrão.
Nosso país tem uma miscigenação de raças, cores e nações, por isso temos sotaques diferentes em todas as regiões do país, palavras que em um estado tem um significado e em outro estado pode haver outro para uma mesma palavra. Por isso chegamos à conclusão que não há uma linguagem correta e sim uma escrita correta que é a padrão em todo o país, mas uma fala correta não existe por termos diferentes linguagens no nosso país. Mesmo com a evolução da mesma.
Jéssica Mariana Botelho Gomes, N° 13 - 3°A
A linguagem do livro acaba nos surpreendendo,pois achamos que o nosso modo de falar está certo. Os erros mostrados no livro sempre foram vistos com preconceito, não existe um jeito certo ou errado de falar(Mais sim varia de lugar para lugar).
ResponderExcluirHá diferença entra a linguagem padrão e não padrão que são : (PP e PNP)
PP: É um linguagem linguística que aprendemos na escola.
PNP: É um linguagem que usamos no dia a dia e com nossos colegas.
THAUANI JUSTI LIMA N:29 3°:A
Luana Lourenço nº 26 3ºB
ResponderExcluirO livro mostra que o preconceito linguístico não tem fundamento, já que as diversas variantes da língua portuguesa tem mais semelhanças com o a língua padrão do que diferenças. Esse livro me ensinou que não preciso falar conforme o padrão pra estar correta, assim como Eulália foi o exemplo para Irene ensinar à Vera, Sílvia e Emília que Eulália não falava errado, me mostrou que todas variantes da língua portuguesa devem ser respeitadas.
Olá Professora
ResponderExcluirA obra de Marcos Bagno tem como um de seus objetivos mostrar que a língua portuguesa não possui apenas o português padrão e o não-padrão, mas sim que possui diversas variações e mostrar que tais variações não são erradas, mas sim uma consequência da região, da época, do nível de instrução do individuo, etc.
e que o mesmo acontece em outras línguas, como nos exemplos citados do livro, o Espanhol e o Italiano.
Outro fato bem presente no livro é a questão do preconceito para com aqueles que falam de forma diferente, e que por falarem o PNP são considerados "inferiores" ou até mesmo "burros" por não usarem o PP, e o livro mostra que essa forma de pensar é completamente erronea pois as pessoas que falam o PNP não falam um português errado mas sim uma variação do português.
Gabriella Manzano Gouvêa Nº18 3ºB
O livro Lingua de Eulália,mostra a linguaguem de diferentes modos,Podemos então Concluir que o livro nos ensina a evitar o preconceito linguístico e que falar de uma forma não padrão e diferente mas não e errado.
ResponderExcluirLucas Sidonio Mergulhao Nº19 3ºA
Boa tarde, professora!
ResponderExcluirPrimeiramente gostaria de parabenizá-la pelo blog, está muito bonito!
Confesso que também achava o PNP (português não padrão) uma forma errada das pessoas se expressarem e fiquei surpresa em saber que não é uma forma errada, e sim uma maneira de cada povo se expressar, levando em conta, o local de nascimento, o aprendizado, a idade, a classe social, etc.
Infelizmente ainda existe muito preconceito e acho que isso só poderá mudar quando começarmos a enxergar as pessoas ao nosso redor com outros olhos.
Grata,
Victória M. Tofollo nª35 3ºB
Boa tarde professora.
ResponderExcluirA obra fala a respeito das variedades linguísticas, que não existe um modo errado de falar e sim um modo diferente.
Tem o PP que de acordo com o livro é o português padrão falado por pessoas de maior aprendizado e de classe social mais elevada. E também temos o PNP o português não padrão que é falado por pessoas que não tiveram acesso a um bom aprendizado ou a aprendizado nenhum e são de classe social mais baixa.
A variedade linguística pode mudar de acordo com a faixa etária, localização geográfica, nível de instrução e etc.
Ainda temos muito preconceito nessa questão, mas não é porque alguém tem uma forma de falar diferente, um outro sotaque que ela fala errado.
Rafaella de Castro Barretto. nº28 1ºA
Boa tarde, professora!
ResponderExcluirO livro "A língua de Eulália" mostra que não existe "preconceito" na lingua portuguesa o livro também ajuda a evitar isso,o jeito de que cada pessoa fala, a classe social a nacionalidade a época também modifica muito o modo de se falar a forma.
Depende muito também com quem você fala se for com amigos, pessoas próximas a maioria das pessoas usam o PNP agora com pessoas que não tem muito intimidade de mais respeito se usa o PP.
Thais F. Guedes 35 2°A
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBoa tarde professora.
ResponderExcluirGostei muito da obra,achei muito agradável a leitura. A forma que o autor utiliza para fazer sua abordagem teórica e defender sua tese sobre o PNP é bem interessante. no meu ponto de vista achava o PNP uma forma errada de nos expressarmos e ao saber que não é uma forma errada de se expressar fiquei impressionada. Professora eu sou a favor do ensino da norma padrão,mais de um ensino que mostre que essa norma padrão não tem,linguisticamente,nada de mais bonito que as outras usadas por menos cultos ou analfabetos. O livro compara o português padrão com o português não-padrão e com isso prova que existem mais semelhanças do que diferenças. Devemos então evitar o preconceito linguístico pois falar de forma não padrão pode ser diferente mais não quer dizer que é errado.
No livro ( A língua de Eulália ), Vera, Silvia e Emília descriminam Eulália por ela falar um português diferente.Neste livro o autor aborda o preconceito lingüístico, mas que no decorrer da história a personagem Irene (Tia de Vera) fala sobre as diversas fases que a língua teve e justifica cada uma das variedades Lingüística.
ResponderExcluirO livro faz com que todos que leem vejam que não existe o português correto, e sim existe as variedades linguisticas que fazem parte da nossa sociedade.Mas mostra também a tamanha importância que o português padrão tem para nós e que devemos respeitar cada uma dessas variedades.
(Li e identifiquei o texto com o poema "Poeta da roça" que usa uma das variedades linguisticahttp://mscamp.wordpress.com/paginas-escritas/variedade-linguistica-%E2%80%93-patativa-do-assare/)
Thais 1A número 33
Boa tarde professora,
ResponderExcluirOlivro é ótimo e muito interessante.Eu gostei muito de como ele foi escrito pois nos mostra a diferença entre a lingua padrão e não padrão, nosa mostra que hoje em dia há ainda preconceito com pessoas que falam de um jeito diferente do nosso.Não devemos ter preconceito, pois cada pessoa fala de acordo com a região onde mora.O livro tambem nos mostra que toda lingua muda e varia, ou seja muda com o tempo e varia com o espaço.O PNP não deve ser encarado como errado, apesar de muitas pessoas o considerarem assim. Já o PP é a forma correta de se falar, mas nem todos falam. A escola tem um papel imporante para que as pessoas não falam errado,ou com gírias.
Caroline Colaluca nº11 1ºA
A obra fala sobre a variedade da língua portuguesa, deixa claro que não existe um jeito errado de falar, mas sim diferenças entre as línguas. Após a leitura percebi que eu tinha um conceito errado sobre a variedade não padrão, sempre achei que era errado usar essa variedade. Ainda temos preconceito com pessoas de determinada classe ou região que usam o português não padrão da língua, mas não é um modo errado de falar, é uma variação do português padrão.
ResponderExcluirVinicius n°39 2ºA
thiago ferreira n°37 2ºB
ResponderExcluirBoa professora,legal esse seu blog!
Sobre o livro,eu gostei muito de como ele fala sobre a varidade linguística e de como a língua sofre mudanças de acordo com a época e o espaço em que estamos.A questão presente no livro "A Língua de Eulália" não é falar certo ou errado,isso porque tudo depende de quem é o nosso interlocutor,além do mais,não existe uma única maneira de se comunicar,há muitas formas de nós nos comunicarmos e nos expressar de maneiras diferentes.
O texto tem por objetivo passar para os leitores que a forma de uma pessoa se expressar, usando o português não-padrão (PNP) não está errada, isso condiz com o lugar onde nasceu à forma em que foi criado e que não pode haver preconceito. E já o (PP) já deve ser usado em lugares mais próprios como uma entrevista de emprego ou lugares que peçam uma coisa mais formal, e deve ter nas escolas, tornando assim um vocabulário mais culto.
ResponderExcluirLeticia Credidio Nº25 3ºB
A ideia do texto é clara e objetiva, diz a respeito das formas de linguagem. A forma padrão, que aprendemos ao decorrer de nossas vidas, através de nossos estudos, e a não padrão, que aprendemos com a nossa vivencia e convivência com diferentes personagens de lugares e culturas diferentes da nossa, forma esta, que usamos em nosso dia a dia, sem precisarmos nos preocupar pela forma dita. O texto aborta também o assunto de uma das formas ser a mais correta a ser usada, que definitivamente é um modo errado de se pensar, existem culturas e costumes completamente opostos aos nossos, e estas, tem sua ideia de português correto, já que elas vem aprendendo deste modo desde sempre, assim como nós. A existência de preconceito sobre esse assunto se resume a ignorância, pois, não vivemos todos com os mesmos costumes e a mesma cultura, sendo assim, todas as formas de português são corretas, afinal, ambas são capazes de passar e receber qualquer tipo de informação.
ResponderExcluirLuana Galante Nº27 3ºB
A obra mostra os lados da língua padrão e não padrão.No livro fala como o modo "vulgar" é julgado como uma forma errada de falar, é uma deficiência linguística de que quem fala está errado.
ResponderExcluirPelos pesamentos das amigas do texto elas achavam que somente o Português padrão era o correto para ser falado.
Rafael Silva Nemetti, Nº 32 - 2ºB
Boa noite professora,
ResponderExcluirO livro conta a historia de três alunas que vistam a casa da tia de uma delas, onde esta tia chamada Irene se proponha a explicar para as três alunas que não existe uma só língua no Brasil temos mais de 200 línguas faladas no mesmo lugar.
Esta conversa abrange também o preconceito segundo Irene das pessoas menos cultas que não falam o chamado português padrão, português este que aprendemos na escola, Irene quer dizer que as pessoas que tiveram menos estudos não falam errado, o que elas falam é um português chamado de PNP, onde temos que entender o porque desta fala e entende-las como corretas, Irene para chegar nesta conclusão faz comparações da língua portuguesa com outras línguas, onde olhando aquelas tabelas ate teria uma lógica, mas particularmente não concordo quando Irene diz que o pnp tem que ser inserido na sociedade que o PP é falado por pessoas cultas de alto poder, não conheço professores por exemplo que tenham um poder aqui sito alto, mesmo porque uns dos motivos do fracasso escolar esta justamente ai, nas pessoas que são inseridas na escola é que saem mal sabendo escrever e ler corretamente.
STHEFANY DOS SANTOS JUSTEN 2A Nº34
Boa noite professora,
ResponderExcluirAtravés de "A língua de Eulália", é possível refletir se existe apenas uma maneira certa de expressar nossa linguagem.
Na verdade não existe forma errada, mas sim aquela que não está dentro da norma padrão da língua portuguesa, visto que tudo depende da cultura de cada indivíduo, porque muitos não têm a possibilidade de contato com o PP - muitas vezes por motivo sócio-econômico - e aprendem com seus familiares e amigos uma maneira de falar, que já vem de outras gerações. Por isso, não deve existir nenhum preconceito linguístico, mas sim respeitar a língua e a cultura de cada pessoa, porque também é conhecimento.
Deste modo, acredito que o tipo de linguagem utilizada deve adequar-se com a cultura do grupo e/ou ambiente.
Tamara Duarte França - nº26 - 3ºA
Boa noite Professora.
ResponderExcluirO livro "A Língua de Eulália",tratá-se de que o português não tem a forma correta de ser pronunciada,mais sim a forma não padrão(PNP),e a forma padrão (PP).Pude concluir nesse livro que nem mesmo a forma padrão continua a mesma e tendo várias modificações ao longo dos séculos.É a forma não-padrão não e uma forma incorreta de ser pronunciada mais sim uma forma de cultura e classe social.
Amanda Xavier Da Silva 2°A N°02
Professora,
ResponderExcluirEste livro faz a pessoa inteiramente envolvida no aprender da historia da linguá portuguesa,por muitos momentos notei uma linguagem diferente na qual não tinha conhecimento, mas que com a comparação feita do português padrão com o latin pude adquirir conhecimento e curiosidade para ir mais a fundo nesta pesquisa; acredito que se esta obra fosse aderida a todos a população não seria de certa forma " ignorante e até mesmo preconceituosa" pois a linguá portuguesa esta em constante flexibilidade; gostei muito da obra por também apontar trechos de Camões. Nayara Salvador N°:26 1°A
Boa noite professora,
ResponderExcluirO livro mostra que, no Brasil, não se fala uma só língua, mas sim, existem mais de duzentas línguas faladas em diversos estados, regiões do nosso país. Que entre essas variedades, uma é eleita por motivos históricos, econômicos, sociais e culturais, a variedade padrão(português padrão / PP), é falada por pessoas que estão no poder, que consideravam as outras variedades (português não-padrão / PNP) impróprias, erradas, deficiente...Esse preconceito se estende até hoje, apesar das variedades linguísticas terem mais semelhanças do que diferenças.
Brunna Pinheiro nº09 1ºA
Ola Professora.
ResponderExcluirO livro visa o preconceito,pois não há um jeito certo ou errado de falar,dependendo do lugar ou do pais que você vem,sua linguagem vais ser um pouco diferente,pois cada um tem seu aprendizado e o seu modo de falar.
Temos as linguagens Padrão (PP) ,que exige um treinamento especial que adquirimos na escola o modo mais ético e formal para se falar.Não padrão (PNP) é a linguagem informal que permite o uso de gírias.E sempre é usada com os amigos ou pessoas mais intimas.
Vitor Pastor N°36 3°B
Ola Professora
ResponderExcluirO livro nos mostra que o preconceito linguístico não tem fundamento, já que as diversas variantes da língua portuguesa tem mais semelhanças com o a língua padrão do que diferenças.O texto tira um pouco da discriminação do português informal, mais sempre lembrando como é importante o português formal.Infelizmente ainda existe muito preconceito e acho que isso só poderá mudar quando começarmos a enchergar as pessoas ao nosso redor com outros olhos.Sempre respeitando as diferenças,independente de crença,cor,cultura ou dialeto,pois afinal somos todos brasileiros e herdeiros dessa rica língua portuguesa.
Rafael Lira 1°A / n° 27
Esta obra nos mostra que nem sempre o linguajar não padrão está incorreto,significa apenas que existem povos de diferentes regiões e culturas que falam de acordo com o seu local de origem. Não devemos ter preconceito linguistico e temos que aceitar a mistura de culturas que houve no nosso país.
ResponderExcluirIsadora Batista n°18 1°A
Em contato com esses novos conhecimentos, nós podemos descobrir que não existe uma forma errada de falar o português, e sim variações pertencentes a cada região. E ainda que essas variações estejam dentro de uma norma padrão, eles nem sempre são aceitáveis por padrões sociais, regionais e culturais. São padrões que alguns não aceitam por preconceitos, ou até mesmo classes sociais.
ResponderExcluirGabrielly Scorza nº16 1ºA
Este trabalho foi convencionado para nos mostrar que a linguagem padrão não está errado e sim o modo padrão foi esquecido pelo mundo de hoje , hoje o linguajar se tornou a base de " gírias " a intertextualidade se torna o país humanístico.Temos que aceitar a forma padrão do Portugues , não criando preconceito com a mistura de cultura criada pelo nosso páis ,a obra foi uma nova forma de se refletir com a forma linguística de cada povos diferentes e culturas regionais .
ResponderExcluirVictor Iago nº34 1ºA
Boa noite professora
ResponderExcluirA obra de Marcos Bagdo nos mostra que, nem sempre a forma das pessoas falarem, é a forma errada, depende muito de onde a pessoa vive, sua cultura, e tambem mostra, que infelizmente sempre havera preconceito linguistico, assim como outros, mas ele representa que devemos saber respeitar a todos, pois a forma de cada um falar não é exatamente errada, mas a forma que as pessoas falam nessa região.
Lucas 1ºA nº35
Boa Noite!
ResponderExcluirPor meio deste, estou aqui para expressar o que compreendi deste belo trecho, que se encontra no livro “A Língua de Eulália”, concordo que, em um pais possa ser falada diversas línguas, pois em nosso pais há uma miscigenação de povos assim obtendo pessoas com culturas diferentes, modos lingüísticos diferentes e entre outras diferenças, na minha concepção acho interessante aproveitar as diferenças ,pois com ela ampliaremos os nossos conhecimentos , mais sempre respeitando as diferenças e procurando sempre obter proveito disso, pois através do conhecimento que saberemos identificar um texto, e sua época ou até origem .Achei interessante a colocação de um termo que li e vejo muitos errarem que é “ Eu amo ela” e o correto é “Eu a amo “ e hoje vemos esses erros se repetirem por falta de conhecimento ,a língua que falamos segue-se como uma das mais difíceis por sua gramática ampla ,concordância , entre outros relativos , sim temos uma dificuldade pois assim como o mundo muda e a população cresce a nossa língua se modifica ,assim tendo que sempre estar atualizado a nova ortografia pois ao pegarmos um texto de décadas atrás encontraremos diferenças , e assim que se segue pois o texto que lemos hoje será totalmente diferente do que estará publicado daqui a dez anos.
Assim tendo que ser flexível a textos antigos para a melhor compreensão.
Deixo aqui parte de um vasto conhecimento que adquiri neste pequeno trecho do livro “A Língua de Eulália”.
Grata.
Ana Paula de Matos Gomes N° 03 Série: 2°A
Boa noite, professora!
ResponderExcluirAcho que o primeiro comentário que eu fiz não ficou muito bom, então vou fazer um melhor, eu acho.
Depois da leitura do livro, percebi que é verdade o que o livro tenta transmitir. Todo mundo trata com preconceito as pessoas que falam errado ou usam gírias. É claro que um bom portugês é essencial, mas nen todas as pessoas tem a oportunidade de aprender a ler e escrever, por causa da sua condição social e não é por isso que merecem ser motivo de piadas.
Cada pessoa fala um português, o seu portugês!
Isso é o que eu penso sobre o assunto.
E parabéns pelo Blog professora.
Diego Mendes nº13 2ºA
Boa noite, professora!
ResponderExcluirO livro A Língua de Eulália me faz refletir importantes questões relacionadas ao ensino de língua portuguesa, propondo uma nova visão sobre o mesmo.
Porém o autor nos apresenta uma análise sobre o que é a língua portuguesa enfocando sua vivacidade, seu dinamismo, sua variedade, não se assemelhando em nada ao ensino tradicional das esolas de hoje em dia.
raphael de melo_n29_2A
Boa noite,professora
ResponderExcluirComo já citado por muitos acima.A obra propõe uma reflexão sobre o português e suas variações nao padrão,que podem ser encaradas como algo diferente e não errado.Por fim me leva a pensar que cada variação é uma representação social,econômica e principalmente cultural de cada individuo ou grupo,logo um pessoal culta ,que teve estudo vai geralmente usar a norma padrão diferente de uma menos favorecida.
Nome:Bruno de Lima Pimentel N:6 2B
O livro nos mostrou que nossa língua foi feita a partir da junção de várias culturas diferentes, apesar de falarmos a mesma língua, o português, cada lugar do país se fala de um jeito, de acordo com seus costumes, e não é porque não falamos todos igualmente que alguém está errado. Cada um tem seu modo de se expressar e temos que respeitar isto.
ResponderExcluirLarissa Garrido / n° 24 / 2°A
Após a leitura, pude entender que a forma que as pessoas falam, conversam, varia muito de lugar pra lugar, e não é porque nem sempre o geito de falar que dizer que estamos errados, pois a lingua portuguesa muda a todo momento, em cada lugar do pais as pessoas falam de forma diferente uma das outras Por exemplo: (cariocas, paulistas, nordestinos, todos falamos diferentes) e nem porisso está errado a forma de falar conversa, temos que respeitar, pois ninguem é igual a ninguem !
ResponderExcluirThaynara Silva Nº37 2ºA
Achei o livro muito bom e interessante nele demonstra um fato do nosso dia a dia, que acontece de muitos caçoarem de uma pessoa por falar de outra forma (PNP), sendo que está certa, como exemplo temos gíria ou sotaque de outro lugar.
ResponderExcluirO livro a língua de Eulália reflete que as varias formas de português, o padrão e o português informal que varia conforme o lugar , cultura, sotaque,diferenças sociais, idade ,grau escolar , gíria , entre outros.
A história descreve que uma professora de língua portuguesa muito culta, recebeu como hospede de férias sua neta e suas amigas, sendo que a empregada da professora fala português não padrão e as jovens meninas caçoam da empregada, no entanto aprendem com a professora Eulália que a vários tipos de português, além do (PP) ‘’Português Padrão’’ existe o (PNP).’’Português Não Padrão’’
O texto demonstra uma realidade que acontece praticamente em todos os idiomas o preconceito por outra forma de linguagem.
Murilo Mendes Azevedo N°29 3°B
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBoa noite. Gostei bastante do livro, achei interessante a comparação do português-padrão e o português-não-padrão e do grande preconceito linguístico que existe. Há uma certa rejeição pelo português-não-padrão por não ser considerada a forma mais culta. Este livro passa a mensagem de que devemos também respeitar e dar importância a todas as diversas variedades linguísticas que existem.
ResponderExcluirO Texto mostra que Pessoas que tem uma forma Linguíntica diferente,são pessoas que passam por preconceito,desciminação etc.
ResponderExcluirApesar dessas pessoas passarem por tudo isso, não quer dizer que elas falam erradas,essas pessoas tem uma diferente cultura de certa outras pessoas, e que vareia na educação que ela teve tanto na escola como em casa do pai e da mãe.
A educção é a essência para uma boa evolução, e respeito é bom para ter oportunidade se todos nós tivermos essas duas coisas basícas ja é o bastante para o Brasil seguir em frente e lutar contra o preconceito. Todos que falam o PNP,ou, o PP, vieram de origem do mesmo país e assim são todos iguais e por isso não se deve julgar sem saber o que é certo, errado e diferente.
Muito bom o texto me fez ter uma visão mais aberta sobre a língua portuguesa.
Sammy Silva/Nº30/1A°
Ola Professora,
ResponderExcluirPercebi que o texto retrata e faz uma relação no modo como nos comunicamos e interpretamos, usando
ou nao de tal maneira a Lingua PNP (português nao-padrão) e PP (português padrão).
Como exemplo, o modo como as pessoas se comunicam, os adultos e os adolescentes, pensam diferente e falam diferente,
o texto da esse entendimento, de que pode nao estar errado, só fora dos Padrões da Lingua.
Samuel Rodrigues nº31 1ºA
O livro A LINGUA DE EULÁLIA,nos mostra não só 'erros'que são cometidos na gramática,também nos 'erros'cometidos na vida.
ResponderExcluirO fato de dizer que uma pessoa com grau social mais baixo fala errado é um tipo de preconceito,pois essa pessoa só está falando ao que está acostumada a escutar.
Dannielly Villaça n°12 2°A
Para sabermos como devemos falar ou escrever, vai variar muito do lugar, ou com quem iremos falar e é isso que a obra a Língua de Eulália está querendo nos mostrar: as variações, as mudanças da lingua, sejá ela na escrita ou pronuncia, o livro nos ensina a evitar o preconceito linguístico e que falar de uma forma não padrão é diferente mais não é errado .
ResponderExcluirThaynara Silva nº37 2ºA
Lendo o texto observei que fala e linguagem seguem caminhos diferentes de certa forma , falar diferente nao é falar errado , a nossa fala é influenciada pelo ambiente em que vivemos , se vivermos rodeados de pessoas cultas falaremos de forma culta e assim por diante . O que a obra traz como tema principal é o preconceito linguistico .
ResponderExcluirKayan Carmo nº33 3ºA