Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse de São Pedro não abrisse
a porta do céu e fosse te dizer qualquer tulice
E se eu me arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tarvês que nois dois ficasse
Tarvês que nois dois caisse
E o céu furado arriasse e as virgi toda fugisse
Olá Professora,
ResponderExcluirBom pude observar,que o poema traz traços linguísticos do modo como pessoas que moram ou trabalham na roça falam.Essas pessoas estão acostumadas a falar palavras que possuem “S” “C” E “Ç” de forma como se possuíssem dois “SS”.Alem disso o sotaque também modifica a forma natural de pronunciar as palavras.
A novela das 8hs da emissora Rede Globo “Morde e Assopra” está mostrando os traços linguísticos das pessoas que moram na roça ou em sítios , está mostrando a forma dessas pessoas se expressarem,conforme no poema a predominância do “SS” nas palavras.
Então podemos falar que esses traços lingüísticos são regionais ,porque o que para nós pode ser normal, para uma pessoa de outra região pode ser errado.Isso mostra que as formas linguística das pessoas são diferente, apesar de ser certo ou errado,acaba sem encaixando no contexto de cada um,por fazer parte da sua cultura,região.
Natália Lima 2ºB nº30
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirOi Professora,
ResponderExcluirBom como pude perceber,o poema tem traços linguísticos de uma cultura diferente da nossa,de pessoas que vivem principalmente nos campos.Essas pessoas normalmente são chamadas de caipiras,mas para eles nós somos os caipiras,que desconhecemos sua cultura.
Realmente os traços linguísticos são mesmo regionais,concordo tanto com o Jefferson,quanto com a Natália.
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirProfessora,
ResponderExcluirEsse poema mostra pessoas que moram afastadas da cidade grande.
Para nós que moramos na cidade grande, já estamos acostumados a falar da nossa maneira.Já as pessoas que não moram aqui tem o seu modo de falar, ou seja, o modo de nós falarmos é estranho para eles e o modo que eles falam é estranho para nós.Existe um certo "preconceito" da região sul, em relação a região norte, e vice - versa, porque por exemplo, "ELE FALA IGUAL A UM BAIANINHO" ou "AQUELE PAULISTA ACHA QUE SABE FALAR BONITO".Em um modo geral cada região tem o seu modo de falar, então pelo meu ponto de vista acho que não deveria existir esse "preconceito".
Rafael Silva Nemetti - 2ºB - nº 32
Boa Tarde, Professora.
ResponderExcluirAdmiro essa obra do eterno Zé da Luz, digna de todo o público que acompanhava enquanto foi cantada (refirmo - me ao vídeo).
O problema é o fato de tantos "sem cultura" não apreciarem ao histórico de nosso país.
Um dia quando participava como responsável do projeto Ler & Escrever (sub-projeto do Força Jovem Brasil),um aluno questionou diversas obras como o cordel numa aula de alfabetização, a professora virou pra ele e disse: "Se eu fosse você envergonhava-me de dizer que não gosto dessas obras, pois um inseto é mais cultural do que uma pessoa que odeia a história de seu país". Ele finalmente entendeu a mensagem!
Quanto ao "AÍ SE SêSSE" ótima refêrencia ao verdadeiros poetas do nosso nordeste.
sobre o Força Jovem Brasil: www.forcajovembrasil.com.br
Kaique S. Ferreira nº18 2ºB
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirOi Professora.
ResponderExcluirPercebi que o poema possui traços da língua de pessoas que vivem na roça. Não que eles venham falar errado ou certo, pois cada região tem sua cultura, ou seja, pronuncia de uma certa forma.
E muitas vezes agimos com preconceito, pois pensamos que falam errado.
Acho que os traços linguísticos são mesmo regionais, assim concordando com o comentário da Natália
Jefferson Crispim 2ºB
Oi Professora! Eu já tinha tido a oportunidade de ler esse poema, e eu acho muito interessante o modo como a banda divulga tanto o poema, quanto a variedade linguística. Essa não é só uma variedade não padrão utilizada pelas pessoas que vivem na roça, mas também é uma variedade muito usada por pessoas de mais idade. Eu particularmente gosto do poema e gosto do modo como ele representa esse tipo de linguagem.
ResponderExcluirCaroline Ottaviani - nº31 - série: 3ºA
O que convém na verdade nisso tudo é mostrar para todos que falar da maneira como é citada no poema, não é uma maneira errada. É claro que no PP é errado, mas como havia comentado no outro texto, há variedades da língua, e essas precisam ser aceitas e não descriminadas. Acho que a ideia do poema é também mostrar que na língua "deles", do jeito "deles" é possível se construir um belo poema. É uma maneira de tirar a má impressão de que gente da roça não sabe falar, eles sabem, da maneira deles. Eles se expressam do jeito deles, assim como é mostrado no poema.
ResponderExcluirAline Veronese - nº01 - 3ºA
Oi Professora,
ResponderExcluirO poema de Zé da Luz reforça o que nós já havíamos visto no texto a Língua de Eulália sobre as variações linguísticas, do PNP. Nesse poema, é usada uma linguagem mais caipira (no bom sentido), falada pelas pessoas que vivem no interior.
E dá um sentido mais bonito para o poema!
Grata,
Victória M. Tofollo n°35 3°B
boa noite, professora !
ResponderExcluiradorei esse poema muito interresante apesar do modo de ser falar e diferente,a linguagem e das pessoas do interior,pessoas da roça ,sertão.
cada região do Brasil a forma de se falar e diferente Rio de Janeiro e uma forma em São Paulo e outra na Bahia e difenrente para todos ninguem fala diferente só as pessoas que não são da mesma região que percebe.
Thais F. Guedes n°35 2°A
Minha visão a respeito do poema é que, ao ler-lo posso afirmar que há diferentes formas de promunciar a nossa lingua, pois depende do modo de vida e de localidade, que pode ser diferentes em relação a nós, portanto sofrem modificações por não viverem no mesmo ambiente que nós vivemos.
ResponderExcluirJeniffer Amaral nº 21 2ºA
O poema ''Ai, se sêsse'' é muito interessante, não é como os outros que estamos costumados a ler ou a ouvir , pois este mostra um português não-padrão, utilizando a linguagem ''caipira'' e geralmente os poemas são produzidos na norma culta, além do poema, o vídeo também é interessante pois vemos que o ator do ''Cordel de Fogo Encantado'' incorpora totalmente o personagem da obra.
ResponderExcluirJuliana Rocha Ribeiro nº23 2ºA
Acho que tanto no poema "Ai,se sêsse" quanto no texto anterior "A língua de Eulália",quer mostrar a mesma coisa,cada um de modo diferente,lendo esse poema tive mais uma vez a certeza de que não existe essa maneira errada de se falar,e que em cada região do mundo se fala de um "jeito",claro que não se encaixa no PP,mas nem por isso temos que ter preconceitos e descriminar o modo de que as outras pessoas falam.
ResponderExcluirKarina Veronese nº19 - 1ªA
O que o texto quer nos mostrar, é basicamente a mesma coisa do livro “A LÍNGUA DE EULÁLIA”, que essa forma de falar não é errada, e quer nos tirar o preconceito com as pessoas (principalmente do campo) que falam assim. E é um texto muito bom, muito bonito. E se pararmos para pensar, às vezes uma pessoa que fala “certo” (considerado pelo PP é a forma certa de falar) não consegue fazer um texto bonito igual a esse. E mais bonito ainda foi a banda pronunciou esse poema.
ResponderExcluirGiulia Forte n° 12 - 3°A
Olá professora
ResponderExcluirBom primeiro pode se observar através dessa poesia,características que nos revela sua origem e seus traços culturais e sociais,ou seja,reflete uma vida no campo.E junto a obra anterior “A língua de Eulália”,podemos concluir que as variedades de nossa língua,mostra as peculiaridades entre as pessoas e suas regiões,isso nos faz vislumbrar à enorme diversidade que tem em nosso país
Bruno N:6 2°b
Boa Noite Professora.
ResponderExcluirLendo e ouvindo o Poema "Ai Se Sêsse", que aliás é muito bom. Posso observar a variação linguistica caracteristica de regiões como interior,roça;inclusive com sotaque. É um Poema que para alguns pode parecer errado, mas é apenas diferente do que estamos acostumados a ver com a linguagem na maioria das vezes padrão, Que também é mostrado em "A língua de Eulália".
Maikon Nº25 2ºB
Olá, boa tarde professora!
ResponderExcluirPrimeiro de tudo achei bem diferente o jeito que eles citam o poema. Penso que por ele ser meio diferente acabo deixando bem legal de ser ouvido, de ser admirado.
Bom se nós pararmos pra ver as características desse poema,vimos ou até mesmo imaginamos como se fosse uma historia de alguém do interior ou do campo onde esperava que sua amada estivesse a seu lado.
Ele também faz lembrar do texto “a língua de euláia” onde falava do PP e PNP, mostrando um jeito de se falar, ou melhor um PNP, talvez podendo ser um exemplo de que não é errado o seu linguajar, que mesmo tendo um sotaque..não tendo ricas palavras ele pode ser sim transformado em um grande poema.
Ana Paula Pellegrini de Lima n°04 Serie: 3°A
Boa Noite professora!
ResponderExcluirPrimeiramente eu achei diferente e interessante a forma como eles citam o poema, percebi também que o poema possui traços linguisticos de pessoas quê vivem na roça. Há diferentes formas de pronunciarmos a língua portuguesa, o poema possui traços da "A Língua de Eulália" que falava do PP e PNP, mostrando uma forma de se falar, um PNP como exemplo mostrando que não é errado o seu linguajar.
Brunno C. Tonelli Nº10 3ºB
Olá professora!
ResponderExcluirAcho que sendo citado o poema com esse linguajar, deixa-o muito mais leve, muito mais gostoso de se ler. Traz traços linguísticos diferente do que estamos acostumados! Algumas pessoas acham errado pelo fato de não conviver com esses "tipos de palavras", mas também tem aquelas que gostam, que apreciam.
Através deste poema podemos visualizar as diversidades que existe em nosso país, claro que não muda totalmente, mas não precisamos sair do Brasil, ou até mesmo de São Paulo pra escutar ou conhecer novos "jeitos" da língua portuguesa!
Agnes Lellis nº1 2B.
Olá Professora .
ResponderExcluirAchei o poema muito bom, se bem que o linguajar dele é bem diferente do falado hoje em dia em nossa Cidade, é um linguajar de pessoas que moram na roça, pois, essas pessoas tem um custume de trocar algumas letras.
Através do poema podemos ver os diferentes tipos de linguagem que temos em nosso Brasil, ou até mesmo no interior de Cidades como São Paulo.
Renan Bernardino Fornalé n°33 2°B
Olá Professora !
ResponderExcluirBoa tarde !
O poema nos trás traços lingüísticos diferente da nossa linguagem, é mais vontada para as pessoas que vivem principalmente nos campos. Muita das vezes achamos que essas pessoas falam errado,pois, não estamos acostumado, mas na verdade é simplesmente o jeito de elas se expressarem. Com esse poema pude-se concluir que há uma diversidade de línguas, na qual, cada lugar tem seu jeito se falar e de se expressar.
Olá Professora !
ResponderExcluirBoa tarde !
O poema nos trás traços lingüísticos diferente da nossa linguagem, é mais vontada para as pessoas que vivem principalmente nos campos. Muita das vezes achamos que essas pessoas falam errado,pois, não estamos acostumado, mas na verdade é simplesmente o jeito de elas se expressarem. Com esse poema pude-se concluir que há uma diversidade de línguas, na qual, cada lugar tem seu jeito se falar e de se expressar.
Professora peço –lhe desculpa, pois esqueci de colocar meu nome por isso estou enviando novamente
Jéssica Mizarelo n° 22 2° A
Olá Professora !
ResponderExcluirOque pude compreender com o poema 'Ai Se Sêsse' é que nos mostra as diferenças que as pessoas falam, mais isso vai variar muito do lugar, cidade, estado, em que as pessoas moram ou se localizam, muitas das vezes para nós isso é errado, mas não é, é simplesmente o modo em que elas se comunicam umas com as outras .
Thaynara Silva Nº37 2ºA
Primeiramente queria dizer que gostei muito do poema, achei interessante e diferente.Ele nos mostra uma linguagem diferente da linguagem que estamos acostumados,mas isso não significa que está errado, apenas é o modo que as pessoas do interior falam.Pode-se concluir que há diferentes modos de se falar, de se expressar e de se comunicar.
ResponderExcluirDaniela Arthuzo nº11 2ºA
Bom dia, prof.
ResponderExcluirEm minha opinião, este poema é estranho, por se tratar de uma linguagem diferente, porem para uma pessoa da região do autor pode ser simples.
Todas as diferenças sejam elas sociais, raciais, regionais, sexuais e etc, devem ser respeitadas, pois todos somos diferentes em algo, não importa o que, todo o preconceito é idiota, quando as diferenças não são respeitadas, a convivência em sociedade é deteriorada, as vezes pode se perder uma grande amizade por um motivo tão tolo quanto o pré conceito.
Erik n16 2ª
Boa tarde prof°
ResponderExcluirNa minha opinião,o "Ai Se Sêsse" está escrito na forma não padrão,e se estivesse na forma padrão não teria a mesma graça na interpretação do autor do poema é no video.Estamos acostumado a ver poemas na forma culta por isso o poema "Ai Se Sêsse" ficou interessante.
Amanda X. Da Silva N°02 2°A
Boa noite professora,
ResponderExcluirO poema " Ai Se Sêsse", foi escrito numa forma que acaba sendo difícil de se compreender. Com essa forma não padrão o quadro linguístico acaba fazendo com que o leitor tenha que rever algumas formas da nossa escrita.
O poema pelo fato de ser diferente acabou entrando como trilha de uma novela para que a população visse como existe uma variedade linguística.
Boa noite Professora.
Sthefany dos Santos Justen nº 34 2ºA
Boa noite professora !
ResponderExcluirO poema "Ai Se Sêsse" é muito interessante,podemos observar sua linguagem não padrão,ele nos lembra a forma de falar das pessoas que moram na roça,talvez esse seja o grande "charme" do poema .
Assim se torna ainda mais atrativo para o leitor fugindo daquele padrão formal no qual é escrito a maioria dos poemas,além de nos mostrar uma linguagem na qual não nos habituamos a falar !
Victor Burgos Peres N°38 2°A
Boa noite professora
ResponderExcluirPude observar que nesse poema o modo lingüístico é diferente do que estamos acostumados a lidar, é um modo lingüístico de pessoas que moram no interior, em cidades afastadas das cidades grandes. O modo com que falam não está errado muito pelo contrario, cada cidade tem seu modo de se expressar, de falar e de usar certas gírias. E infelizmente ainda existe muito preconceito por pessoas acharem que só porque outras falam diferente significa que esta errado, mas não está, eles falam de acordo com a sua cidade e o modo como aprenderam lá. Cada lugar tem seu jeito de falar e expressar. Adorei o poema, gostei muito de ler ele, pelo modo em que ele é posto.
Bianca Neves Nakhle , n°06 – 2°A
Boa noite professora .
ResponderExcluirO poema "Ai Se Sêsse" tem um modo linguístico diferente da nossa região. Uma linguagem não padrão de pessoas do interior, diferenciando seu sotaque do nosso, mas para pessoas que moram nesses lugares é mais fácil de ser compreendido.
Acho mais interessante um poema escrito nessa linguagem, pois assim foge um pouco da linguagem padrão e nos mostram as diferentes línguas que temos em nosso país. Ainda existe o preconceito das pessoas rirem de quem falam assim, e elas são as primeiras a pegarem o sotaque quando vão para o interior visitar algum parente!
Regina de Cassia, nº31 2ºA
Boa noite Professora
ResponderExcluirPercebi que no poema "Ai Se Sêsse" o modo de falar não é padrão , é um sotaque de pessoas que moram no interior , pois mostra a diferença de quem mora no interior e de quem mora na cidade . Mostra também um jeito diferente de se falar , muitos acham que é errado mais não é , porque é só um modo de como eles se comunicam la !
Lucas Abreu nº25 2ºA
Boa noite Professora
ResponderExcluirNeste poema pude perceber traços lingüísticos diferentes. E sendo um poema com uma linguagem diferente da nossa ,nos chama a atenção e acho que o poema não padrão está completamente adequado e belo pois se o transformássemos em linguagem padrão ele perderia a beleza e a identidade ,pois com essa diferença lingüística e que nós identificamos a região ,pois cada região tem um modo de se falar e é isso que nos diferencia e trás a beleza a cada região .
Ana Paula n°03 2°A
Boa noite professora
ResponderExcluirApós ler esse poema foi possível compreender que há muitas variedades da língua como também foi visto no texto "A Língua de Eulália".Nesse poema é utilizado o PNP(português não padrão)onde o modo de falar do compositor é natural de onde ele vive,com isso,ele consegue rimar e fazer um poema de amor.
Iago Meira do Nascimento Silva nº19 2ºA
Boa noite professora
ResponderExcluirDepois de ler esse seu poema deu pra relembrar um pouquinho do outro texto do blog,lingua de eulália,retrata sobre os tipos de linguagem, e esse poema deu pra perceber pelas palavras e do modo que ele fala, o compositor teve uma forma de expressão diferente.Mas só que pelo jeito de falar ele tem seus modos e dá pra deduzir que ele veio do norte, e cada um um se expressa de um jeito e cultura de onde ele veio.
Raphael de Melo 2a_n29
Boa noite professora
ResponderExcluirO poema "Ai Se Sêsse" lembra o texto "A Língua de Eulália", onde retrata a variedade PNP (português não padrão), os tipos de linguagem e o modo de falar dito pelo compositor, sendo capaz de deduzir de onde ele é. O poema nos mostra mais uma vez sobre as variedades de português que temos no Brasil.
Diego Mendes nº13 2ºA
Pelo amor de Deus alguém pode me dizer oque significa impariasse????
ResponderExcluir